Para que as toadas de Parintins conquistem definitivamente o Brasil é necessário diversificar suas letras, saindo um pouco das temáticas locais. Assim, certamente ganharia a simpatia de quem não faz idéia do que seja “cunhã poranga”, “moangá moangá angá açu” e “wapixanã caranauacê janauatê wassifudê porracarai”.
Vale um “PS" ainda que não “post scriptum”: na verdade não concordo com essa idéia, mas preciso justificar a existência do post.
Hum-hum... Por isso, caros leitores, antes que vocês imaginem que o que aqui se propõe é a banalização das toadas, imaginemos como seria o ritmo de Parintins embalando, por exemplo, a abertura de um singelo desenho animado. Nada demais!
Não se trata de paródia, a música também é original, mas como não posso postá-la, segue a letra:
Ritmo do ritual
“A história se passa em Etérnia
Planeta distante
De bravos heróis e reles mutantes
Que travam batalhas
Numa guerra secular
Lá mora um monstro maldito
Que é só pele e osso
De voz arranhada e jeito asqueroso
Que a todos de Etérnia
Sempre vive a ameaçar”
Virada pro ritmo normal
“Mas surge o príncipe Adams
E o gato guerreiro
E travam batalha contra o aventureiro
Mostrando que o bem
Sempre tem a ganhaaaar
Mas o esqueleto é valente
E apesar da derrota
Se mostra imponente
Se enche de glória
E a todos de Etérnia
Ele volta a ameaçaaaaar
Eu me vin-garei de você, He-man
Ainda vais se dar mal contra o império do maaaaaaal
Eu me vin-garei de você, He-man
Ainda vais se dar mal contra o império do mal”
Um comentário:
daqui a pouco vai fazer parceria com a Fafá de Belém, e/ou se candidatar a vereador, rsrsrs
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