Antecipo a resposta. Não gosto de ver ninguem sofrer. Vi no rosto da Lalá a frustração por não se ver capaz de responder a charada, com "ch". A "eu" viajou na batatosa, mas não chegou perto da solução do mistério, decerto induzida pelo meu erro de grafia. Rs.
Bom... eu estava me referindo à essas raquetes de matar carapanã.
As veias entralaçadas são os arames que causam choque. As veias que não alimentam, mas mortificam. A figura do Gregor Samsa remete ao inseto. Baratas e carapanãs, embora animais distintos, figuram no reino dos insetíveros, e o lamento se daria por essa afinidade.
Espero que a experiência não aborte a idéia!
E pra finalizar, uma espécia de virundum canônico.
Numa humilde escola em Jauató, médio Solimões, a professorinha perguntou aos seus alunos sobre o que eles mais temiam.
PROFESSORA: -- Mundica, do que vc tem medo?
MUNDICA: -- do Boi Tatá, fessora!
P: -- mas Mundica, Boi Tatá não existe, é só uma lenda!
P: -- e você, Tonico? Do que mais tem medo?
TONICO: -- do Mapinguari, fessorinha!
P: -- mas Tonico, Mapinguari não existe, é só uma lenda!
P: -- e você, Erasmo de Jauató? Do que mais tem medo?
ERASMO: do Malamém, professora!
P: -- Malamém? Nunca vi isso na minha vida, Erasminho!
E: -- Nem eu, professora, mas toda vez que a minha mãe vai se deitar, antes de dormir ela sempre repete: "e não nos deixei cair em tentação, mas livrai-nos do Malamém!!!"